Vida de retalhos.
Todos nós temos. É o pouquinho que temos de todos. É o pozinho que todos têm de nós. Aqui, na figura feminina, abrem-se um sem-número de possibilidades. Estas, na maioria, acontecem apenas no mundo interno. E aqui, nesses retalhos de outros, a construção se dá não para firmar o que é tido como real – aquilo que, de fato, acontece – e o que é verdadeiro.